segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Cordel - Quadrilha Junina

Quadrilha Junina (Tia Bringel)

A história de uma tradição
Em cordel vou contar
Antes de tudo direi
Que devemos preservar,
É a quadrilha junina,
É um festejo muito popular.

Dançada no mês de junho
Especialmente no Nordeste
Onde tem cabra do peste
Com as vestimentas em cunho
Para o povo alegar

Quadrilha originária da França
De teatro, música e dança
Suas apresentações encantam
Toda a plateia se embalança
E agradando do mais velho até criança.

São tocados por sanfona
Forró pé-de-serra
Xote, xaxado e baião
Que nas noites de São João
Sabe é quem não erra,
O triângulo, a zabumba
Faz o som do Maranhão.

Em todos os lugares
O povo adorou,
Foi uma festividade
Que no Brasil se espalhou
E por resistir até hoje
É sinal que tem valor.

Muito tempo depois
O povo simples conheceu
Não gostou muito do que viu
Portanto resolveu
Mudar alguma coisa
Veja o que aconteceu

O povo do interior,
Foi primeiro a dançar
A quadrilha caipira
E logo passou a usar
As roupas que eram então
Típicas do seu lugar.

Nas noites de São João.
Quadrilha com apresentação
Comidas feitas para a ocasião
Pamonha, mingau e canjica

E bebida como o quentão.

Bumba meu boi em cordel

Bumba meu boi em cordel (Tia Bringel)

A lenda do bumba-meu-boi surgiu
Em uma fazenda nas margens de um rio
Catirina  estava grávida
A língua do boi desejava
Ao pai Francisco encantava
Seu marido fez de tudo
E disse que o boi do patrão não matava.

Mas Catirina  só desejava comer a língua do boi
E assim por algum tempo se foi
Depois Francisco cozinhou a língua para sua amada
Que andava desenganada
O resto do boi com os vizinhos compartilhou
Depois seu patrão muito desconfiou

Mandou procurar seu boi mais bonito
Que pagou muito caro
Pois mandou trazer do Egito
Um dos empregados da fazenda
Que não ganhou um pedaço de carne
Acabou contando a pendenga

Descobriu que foi Francisco
Que faz a tal crueldade
Pois matou o bicho bonito
Para mata o desejo e a ansiedade
De sua querida esposa Catirina
Que o primeiro filho lhe dava com bondade.

O fazendeiro muito triste caiu em prantos
Francisco e Catirina fugiram pra outros cantos
O patrão só queria o seu boi de volta
Mesmo  que o boi  tivesse que ressuscitar
Convocou todas as rezadeiras e curandeiras
Para fazerem de tudo para o boi retornar
Mas o rabo, chifre e esqueleto do boi
Permaneceiam no mesmo lugar.

A morte do boi se espalhou até a cidade
Catarina e pai Francisco se arrependeram da crueldade
E o filho que já estava um rapaz
Pediu aos pais que voltassem atrás
E o levassem até a fazenda
Para contar a verdade
Ainda com medo de algum castigo
O filho pegou o rabo do boi e soprou o esqueleto
E o boi voltou a viver sem perigo.

O boi saiu chifrando todos que estavam à frente
O fazendeiro todo contente
Não se aguentava de tanta alegria
Perdoou  Catarina e Francisco e alegrou muita gente

Daí em diante só festa e cantoria

Cordel - São João no Maranhão

São João no Maranhão (Tia Bringel)

Quando chega o mês de junho
Com as matracas em punho
O povo do Maranhão
É só alegria no coração
Nesse mês de São João
Se solta muito rojão.

Tem muita quadrilha e simpatia
Bumba-meu-boi e Cacuriá
O povo com muita alegria
Vai o bumba-meu boi brincar
Os brincantes com muita emoção
No cacuriá vão passar.

Nos arraias do Maranhão
Tem orquestras e matracas
Cazubais e pandeirão
Caboclos de pena e índias
Para alegrar São João
E animar o povo
Com muita diversão

Nos festejos de São João
Tem muita animação
Arrasta pé e baião
Comidas típicas e balão
Forrozada e zoada
Com amor no coração

Durante o mês inteiro
Com os bois no terreiro
A dança do coco e portuguesa
Com toda certeza
Muitas apresentações
Com grandes inovações

E para encerrar os festejos
No dia de São Pedro tem os cortejos
Para satisfazer os desejos
Do povo sertanejo
No dia de São Maçal para finalizar
Onde os bois de matracas vão passar.

Todo mundo brinca com alegria
Homem menino e mulher
Com amor e muita fé
Outros comendo pamonha
Uma menina que sonha
A cultura popular do Maranhão
Veio para homenagear
Os festejos de São João.


Cordel de São João

Cordel de São João ( Tia Bringel)

O São João do nordeste
É uma grande tradição
Há muito gosto em relatar
Sobre esta festa junina
Que é de gosto popular
E a quadrilha veio da França
Para no Brasil se consagrar.

No nordeste brasileiro
É muita animação
Sempre cada vez mais forte
Pois ganhou nova versão
Era uma festa pagã
Que foi transformada em Cristã
Em homenagem a São João.

Segundo conta a Bíblia
O uso da fogueira
Tem a sua explicação
Pois Izabel promete avisar
O nascimento de São João
Quando visse uma fumaça no ar

Tem também Santo Antônio
O santo casamenteiro
Para alegria da mulherada
Realiza seu anseio
Arrumando marido
Para ser seu companheiro

Tem São Pedro a completar
Um santo também popular
Que do céu é o chaveiro
E para a alegria do festeiro
O São João a consagrar
Com grande animação no arraiá

Com Santo Antônio, São João,
São Pedro e São Maçal
Tudo fica mais lindo no arraial
30 de junho no Maranhão
Tem o desfile dos bois de matraca
Em despedida a São João
Na avenida São Maçal

No Nordeste é tradição
Essa bela Festa Junina
Quem conhece sabe
O quanto ela é divina
Para alegrar São João
Sua parte profana
Se torna nordestina

O Dia da Mulher Esquecida




        No domingo dia 6, próximo ao dia internacional da mulher 08 de março, foi encontrada uma mulher brasileira com vários problemas sociais, que não sabe nem se quer, o quê é dia internacional da mulher.

         Entre trancos e barrancos, nas palafitas, na região de mangue nos arredores de São Luís, capital do Maranhão, foi localizada Dona Maria, a mulher esquecida, que conhecem o real significado da data e da luta das mulheres. Às margens de uma sociedade em que grande parte das mulheres recebe parabéns, flores outros cumprimentos pelo seu dia. A mulher esquecida, não tinha nem o que comer.

         Se não bastasse, a mulher esquecida, ainda foi explorada sexualmente e espancada pelo companheiro que chegou embriagado, e como não tinha o que comer, obrigou-lhe a fazer sexo. E por medo de morrer não denunciou seu marido violento.

        Ainda é grande a parcela de mulheres que não tem se quer suas necessidades contempladas pelos benefícios sociais construídos pelas feministas.

       Conclui-se que as mulheres que recebem mais atenção e representação do movimento são brancas, magras, heterossexuais, de classe média e que não são trans nem possuem nenhum tipo de deficiência. Incontáveis mulheres ficam de fora da categoria “mulher” e, por isso, não conseguem se aproximar do movimento feminista e nem têm suas necessidades contempladas

Biografia de Francisca da Silva Bringel

Bringel Francisca
Engenheira Agrônoma


Bringel (1959 ) É uma educador brasileira, de reforço, trabalha com preparação para seletivos de ensino fundamental, ensino médio e superior, com aprovações em 1º lugar.
Francisca da Silva Bringel nasceu em Olho D’água das Cunhãs, Maranhão, no dia 03 de agosto 1959. Filha de Antônio Gomes Bringel, Comerciante e Fazendeiro e de Maria José da Silva Bringel.
Morou na cidade de Olho D’água das Cunhãs até 1976, quando foi morar no município vizinho de Bacabal, onde permaneceu durante o curso ginasial no Colégio Governador Sarney, no centro de Bacabal. Com 16 anos perdeu sua mãe e aos 18 anos, seu pai a casou devido a gravidez e teve um filho Almersing Bringel Silva.
Sem condições de pagar a escola, começou a trabalhar na Indústria Bacabal Industrial S.A – BIASA, concluiu o Curso Técnico em Contabilidade.
Em 1980 mudou-se para São Luís, capital do Maranhão, continuou trabalhando e estudando, somente em 1.982 ingressou na Universidade Estadual do Maranhão em São Luís. No Curso de Engenharia Agronômica. Em 1987, já graduada ingressou no Banco do Brasil S.A, seguiu carreira administrativa chegando ao cargo de gerente, fez cursos de: Economia, Matemática, Grafoscopia, Parapsicologia, Educação de jovens e adultos pelo método inovador do Educador Paulo Freire, dentre outros cursos.
Ainda no Banco do Brasil, atuou como voluntária educadora do Projeto BB-Educar. Depois de deixar o Banco continuou como professor de reforço escolar para nível fundamental médio e superior, no Colégio São Mateus em Teresina no Piauí e continua em atividades até hoje, em São Luís no Maranhão, em sua própria residência, localizada à Rua 01, Quadra-D, casa 12, Conjunto Solar dos Lusíadas – (IPEM TURU), no Bairro Turu, e também com preparação para seletivos e com aprovações em 1º lugar dentre outras classificações.
Em 2015 escreveu a Fábula “O Balé das Pombas” E a interpretação textual.
Em 2017 criou o Blog Reforço Tia Bringel para divulgação dos seus trabalhos posteriores

MATEMÁTICA – SITUAÇÕES PROBLEMAS ENVOLVENDO POTÊNCIA E RAIZ QUADRADA – 6º ANO (05/11/17)



1 - O prédio onde Jacira mora tem 4 andares em cada andar ha 4 apartamentos para cada apartamento ha 4 vagas na garagem como posso representa em forma de potência o numero de vagas desse prédio e quantas são?


2 – O raio da terra mede aproximadamente 6.400.000 metros, indique esse número em forma de potência na base 10:


3 – Se você elevar o número 6 ao expoente encontrará 216. Qual o valor do expoente n?






4 – Verifique se a igualdade é verdadeira:  13² = 12² + 5² :



5 – Assinale a igualdade correta;

a) 4 x 3³ =30
b) 3²  x  4³ = 63
c) 2³ + 5² = 34
d) 100 + 15¹ = 16

6 - Um terreno quadrado tem 324 m² de área. Quanto mede o lado do terreno?

7 – Se x8 = 256, Determine o valor de x:



83 - Se um terreno quadrado tem 900 m² de área. Quantos metros mede o seu perímetro?



9  – Seu João deseja cercar um terreno quadrado de área de 484 m², sem porteira e pretende colocar 6 voltas de arame farpado e precisa saber quantos metrosd e arame vai usar, ajude-o a encontrar:





10  - Qual será a área, em m²,de um terreno com o triplo da medida do lado de um quadrado que mede 289 m²?





RESPOSTAS - MATEMÁTICA – SITUAÇÕES PROBLEMAS ENVOLVENDO POTÊNCIA E RAIZ QUADRADA – 6º ANO (05/11/17)

1 à  4³ = 4×4×4= 64 vagas

2 à 64 x 100. 000 à 64 x 105

3 à Fatore o 216 | 2
                      108 | 2
                        54 | 2
                        27 | 3
                         9  | 3
                         3  | 3
                         1  |  / 2³ x 3³
à (2 x 3 ) ³ àà n = 3        

4 à 13 x 13 = 169 e 12² = 12 x 12 = 144 e 5² = 5 x 5 = 25 à 144 = 25 = 169 Verdadeira

5 – D à 1 + 15 = 16

6 à √324 = 18 à o lado mede 18 metros

7 à Decompõe 256 à 28 à x = 2

8 à O lado √900 = 30  à P = 30 + 30 + 30 + 30 120 m

9 à √484 = 22 lado – P = 22 + 22 + 22 + 22 = 88 x 6 = 528 metros de arame

10 à √289 = 17 à 3 x 17 = 51 lado à 51² = 51 x 51 = 2.601 m²